Checagem de fatos · Eleições 2026 · 2º turno

O que é verdade no debate da Band?

Checamos 95 afirmações factuais feitas por Flávio Bolsonaro e Lula no primeiro debate do segundo turno, exibido pela Band em 18 de outubro de 2026, a uma semana da votação. Veja quem errou mais, em quê, e cada afirmação com suas fontes e o trecho exato do debate.

Pesquisa e checagem feitas com auxílio de agentes de inteligência artificial, sob coordenação do autor. Veja como fizemos e a nossa política de correções.

Sobre a confiabilidade. A maior parte desta checagem é confiável, mas, pela escala da pesquisa (95 afirmações e 850 citações, checadas com auxílio de inteligência artificial), erros pontuais podem passar. Por isso cada frase traz a sua fonte e existe uma política de correções: se encontrar um erro, envie pelo formulário. O resultado da conferência manual por amostragem está na seção Auditoria manual, no fim da página.

O que os números mostram

Cada comparação mostra os dois candidatos lado a lado, primeiro em proporção (que parte do que cada um disse) e depois em números absolutos (quantas afirmações). A proporção é a comparação justa, porque Lula fez mais afirmações (53) do que Flávio Bolsonaro (42); por isso, os multiplicadores em destaque, como 3,2×, são sempre a divisão de uma proporção pela outra. As barras azuis são de Flávio e as roxas, de Lula; no rodapé de cada quadro, o resultado da 1ª checagem, para mostrar se a conclusão se mantém.

3,2×

Nas acusações contra o adversário, Flávio Bolsonaro fez cerca de três vezes mais afirmações falsas, enganosas ou sem evidência do que Lula.

Flávio Bolsonaro45% · 14 de 31 acusações
Lula14% · 4 de 29 acusações

Como ler: 45% das acusações de Flávio contra Lula (14 de 31) são falsas, enganosas ou sem evidência; no caso de Lula, 14% das acusações contra Flávio (4 de 29).

Em proporção
Flávio 45% · Lula 14% das acusações (Flávio: 45% ÷ 14% = 3,2 vezes mais)
Em números absolutos
Flávio 14 · Lula 4 acusações falsas, enganosas ou sem evidência (Flávio: 3,5 vezes mais)
1ª checagem: Flávio 32% (10 de 31 acusações) · Lula 17% (5 de 29 acusações); Flávio: 32% ÷ 17% = 1,9 vez mais.
3,7×

Contando todas as afirmações, e não só as acusações, Flávio Bolsonaro fez cerca de 3,7 vezes mais afirmações falsas, enganosas ou sem evidência do que Lula.

Flávio Bolsonaro33% · 14 de 42 afirmações
Lula9% · 5 de 53 afirmações

Como ler: 33% das afirmações checadas de Flávio (14 de 42) são falsas, enganosas ou sem evidência; no caso de Lula, 9% (5 de 53).

Em proporção
Flávio 33% · Lula 9% das afirmações (Flávio: 33% ÷ 9% = 3,7 vezes mais)
Em números absolutos
Flávio 14 · Lula 5 afirmações falsas, enganosas ou sem evidência (Flávio: 2,8 vezes mais)
1ª checagem: Flávio 24% (10 de 42 afirmações) · Lula 17% (9 de 53 afirmações); Flávio: 24% ÷ 17% = 1,4 vez mais.
1,6×

As acusações de Lula contra Flávio Bolsonaro procedem com mais frequência do que as de Flávio contra Lula.

Flávio Bolsonaro55% · 17 de 31 acusações
Lula86% · 25 de 29 acusações

Como ler: 55% das acusações de Flávio contra Lula (17 de 31) procedem, ao menos em parte; no caso de Lula, 86% das acusações contra Flávio (25 de 29).

Em proporção
Flávio 55% · Lula 86% das acusações (Lula: 86% ÷ 55% = 1,6 vez mais)
Em números absolutos
Flávio 17 · Lula 25 acusações que procedem (Lula: 1,5 vez mais)
1ª checagem: Flávio 68% (21 de 31 acusações) · Lula 83% (24 de 29 acusações); Lula: 83% ÷ 68% = 1,2 vez mais.
1,3×

Flávio Bolsonaro usou uma parte maior das suas falas para atacar o adversário do que Lula, embora os dois tenham feito quase o mesmo número de acusações.

Flávio Bolsonaro74% · 31 de 42 afirmações
Lula55% · 29 de 53 afirmações

Como ler: 74% das afirmações checadas de Flávio (31 de 42) são acusações a Lula; no caso de Lula, 55% (29 de 53) são acusações a Flávio.

Em proporção
Flávio 74% · Lula 55% das afirmações (Flávio: 74% ÷ 55% = 1,3 vez mais)
Em números absolutos
Flávio 31 · Lula 29 acusações ao adversário (praticamente igual)

Lula fez mais afirmações sobre o próprio governo; Flávio concentrou as suas em ataques.

Mesma classificação nas duas checagens.
2×

Lula foi mais impreciso do que Flávio Bolsonaro: em proporção, cerca de duas vezes mais afirmações suas têm base real, mas vêm exageradas ou só em parte corretas.

Flávio Bolsonaro24% · 10 de 42 afirmações
Lula47% · 25 de 53 afirmações

Como ler: 24% das afirmações checadas de Flávio (10 de 42) são imprecisas (exageradas ou só em parte corretas); no caso de Lula, 47% (25 de 53).

Em proporção
Flávio 24% · Lula 47% das afirmações (Lula: 47% ÷ 24% = 2 vezes mais)
Em números absolutos
Flávio 10 · Lula 25 afirmações imprecisas (Lula: 2,5 vezes mais)

O erro típico de Lula é arredondar números para cima, errar datas ou atribuir méritos a si mesmo, mais do que inventar fatos.

1ª checagem: Flávio 45% (19 de 42 afirmações) · Lula 51% (27 de 53 afirmações); praticamente igual.

Em gráficos

Resultado de todas as afirmações

Cada barra soma 100% das afirmações factuais checadas de cada candidato.

Flávio Bolsonaro42 afirmaçõesFlávio Bolsonaro · Verdadeira: 18 (43%)43%Flávio Bolsonaro · Em parte ou exagerada: 10 (24%)24%Flávio Bolsonaro · Falsa, enganosa ou sem evidência: 14 (33%)33%Lula53 afirmaçõesLula · Verdadeira: 23 (43%)43%Lula · Em parte ou exagerada: 25 (47%)47%Lula · Falsa, enganosa ou sem evidência: 5 (9%)9%
VerdadeiraEm parte ou exageradaFalsa, enganosa ou sem evidência

Acusações falsas ou enganosas

Percentual das acusações feitas ao adversário que se revelaram falsas ou enganosas, nas duas checagens.

0%10%20%30%Flávio Bolsonaro · 1ª checagem: 32%32%1ª checagemFlávio Bolsonaro · 2ª checagem: 45%45%2ª checagemFlávio BolsonaroLula · 1ª checagem: 17%17%1ª checagemLula · 2ª checagem: 14%14%2ª checagemLula

A conclusão se mantém?

Duas checagens, mesmo resultado. Fizemos duas checagens completas, sem que uma visse a outra, e a segunda foi depois aprofundada com mais fontes e critérios mais rígidos para o que não está provado. Elas concordaram no resultado de 59 das 95 afirmações, e a diferença entre os candidatos nas acusações apareceu nas duas, maior na segunda. Veja como as regras mudaram em "Como fizemos".

Explore as afirmações

Use os filtros para encontrar afirmações. Clique numa afirmação para ver a checagem e as fontes, e em "Ver no debate" para ir ao trecho na transcrição. Na transcrição, clique num trecho destacado para abrir a checagem.

AfirmaçõesEm ordem de aparição
Transcrição do debate
Legenda automática do vídeo da Band Jornalismo, com erros de transcrição. Clique no horário para abrir o vídeo naquele ponto. (?) = quem fala é incerto.

Como fizemos

Verdadeira

Os dados confirmam. Inclui afirmações corretas com pequenas imprecisões ou falta de contexto.

Em parte ou exagerada

Tem base real, mas parte está errada ou o número foi inflado.

Falsa, enganosa ou sem evidência

Os dados contradizem; ou dados corretos foram usados para passar uma ideia errada; ou a afirmação se apoia em algo não comprovado (alegação, investigação em curso, número sem fonte). Afirmar como fato o que não está provado conta contra quem afirma.

irrelevante para a acusação

Marca afirmações cujos fatos, mesmo verdadeiros, não sustentam o que o candidato quer provar: culpa por associação, ou um fato sobre terceiros usado contra o adversário.

  1. Transcrição. Usamos a legenda automática do vídeo oficial do debate e identificamos quem fala em cada trecho. No confronto livre (de 15 a 46 minutos), em que os candidatos falam ao mesmo tempo, a atribuição foi feita pelo contexto.
  2. Seleção. Separamos 95 afirmações factuais verificáveis: números, fatos, votos, leis e acusações de atos específicos. Promessas, opiniões e ofensas ficaram de fora. Acusação é toda afirmação que atribui um erro, crime ou fracasso ao adversário, à família, ao partido ou ao governo dele.
  3. Duas checagens independentes. Cada afirmação foi pesquisada na web por agentes de inteligência artificial, priorizando fontes oficiais (IBGE, TSE, Banco Central, Planalto, Congresso, STF) e agências de checagem. A segunda checagem foi feita do zero, sem acesso aos resultados da primeira, e depois aprofundada: cada afirmação ganhou pelo menos 1,5 vez mais fontes, os vereditos foram revisados com base nelas e auditados por outros agentes, e afirmações que se apoiam em fatos não comprovados passaram a ser classificadas como "sem evidência ou evidência fraca", e afirmações cujos fatos não sustentam a acusação foram marcadas como irrelevantes. Esta página usa os vereditos da segunda checagem, já revisados.
  4. Citações. Cada frase factual da explicação traz o número da fonte que a sustenta; ao passar o mouse ou clicar no número, aparece o trecho literal da fonte. A regra é simples: fonte da qual não conseguimos extrair um trecho literal não entra. Por isso 30 fontes usadas na checagem foram descartadas da página e restaram 850 citações, de 727 fontes distintas (a mesma fonte pode sustentar mais de uma afirmação). Os trechos foram extraídos por um leitor automático de páginas, não conferidos caractere a caractere: alguns são fragmentos curtos e, nas páginas de leis do Planalto, os acentos foram restaurados. Ao comparar explicação e trechos, corrigimos detalhes (datas, valores, nomes) em 49 afirmações, sem mudar vereditos. Confira na fonte antes de citar.
Limites. Esta não é uma checagem feita por uma agência profissional. Os vereditos envolvem julgamento. Vários casos citados (Vorcaro, INSS, filho de Lula) estão sob investigação e podem mudar. Os percentuais não são uma "nota de honestidade": os candidatos fizeram afirmações de tipos diferentes. Confira as fontes antes de citar qualquer item.

Auditoria manual

Para medir a confiabilidade das citações, o autor conferiu à mão uma amostra aleatória de pares frase–fonte: abriu a página citada e verificou se ela sustenta a frase da explicação à qual está ligada. Esta é a única etapa da checagem feita sem inteligência artificial.

Amostra e resultado

Universo: as 1.299 ligações entre uma frase da explicação e uma fonte citada (as 850 citações da página, contadas uma vez por frase em que aparecem). Sorteio reprodutível (semente 20261020) de 50 pares; o autor avaliou 20 deles (9 de afirmações de Flávio Bolsonaro, 11 de Lula) antes da publicação, em 20/10/2026. Escala: sustenta (a página diz o que a frase diz), parcial (a página tem o fato central, mas não um detalhe da frase, ou o trecho mostrado não é o que sustenta a frase) e não sustenta (a página diz outra coisa ou nada sobre a frase).

ResultadoFlávioLulaTotal
Sustenta8917
Parcial112
Não sustenta011
Inacessível000
Avaliados91120

O que a amostra permite afirmar

Vinte pares são poucos para dar uma taxa exata; o que se pode dar é uma distribuição de probabilidade para a taxa verdadeira em todas as 1.299 ligações. Usamos um modelo multinomial com prior uniforme (Dirichlet com 1 em cada categoria), que após 17, 2 e 1 observações resulta numa posterior Dirichlet(18, 3, 2). As médias e os intervalos de credibilidade de 95% são:

0%25%50%75%100% Sustenta média 78%, 95%: 60% a 92% Parcial média 13%, 95%: 3% a 29% Não sustenta média 9%, 95%: 1% a 23%

Em palavras: há 99,8% de probabilidade de que mais da metade das ligações sustente a frase integralmente, e 84% de que mais de 70% sustentem. A taxa de "não sustenta" tem 95% de probabilidade de ficar abaixo de 20%. Por candidato, a amostra é pequena demais para separar os dois: Flávio Bolsonaro, 8 de 9 (média 75%, 95%: 48% a 94%); Lula, 9 de 11 (média 71%, 95%: 46% a 91%).

Corrigindo para o problema encontrado

Os três casos que falharam têm a mesma origem: a frase citava várias fontes e a fonte sorteada sustentava só parte dela. Se a pergunta passa a ser "ao menos uma das fontes citadas naquele ponto sustenta a frase?", que é o que o leitor precisa para confiar na frase, os 20 casos passam: nos três que falharam, a própria página (#8, #48) ou outra fonte citada na mesma frase (#49, o IBGE) sustenta o conteúdo factual. Com prior uniforme (Beta(1, 1)) e 20 acertos em 20, a posterior é Beta(21, 1):

0%25%50%75%100% Frase sustentada média 95%, 95%: 84% a 99,9%

Em palavras: há 89% de probabilidade de que mais de 90% das frases sejam sustentadas por ao menos uma das fontes citadas nelas, e 99% de que mais de 80% sejam. A ressalva de #8 vale para esse número também: a parte "é uma avaliação política" é julgamento nosso, não fato da fonte, e por isso ficou sem marcador.

Os três casos que falharam e por quê

Nenhum dos três era um erro de fato: em nenhum a página contradizia a frase. Os três têm a mesma causa. A frase reunia vários fatos e citava várias fontes de uma vez, e a fonte sorteada sustentava só uma parte da frase. Quem confere espera que cada número sustente a frase inteira.

  • #8, Flávio, fonte DGABC (parcial). A frase dizia "os inquéritos tramitam no STF sem conclusão, e 'balcão de negócios' é uma avaliação política". A página confirma a tramitação no STF ("A investigação da PF faz parte dos inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal"), mas o trecho que o leitor automático havia escolhido era outro, sobre a ausência de negócios fechados, e a segunda metade da frase é uma avaliação nossa, não um fato da fonte. Correção: frase dividida, trecho trocado pelo que sustenta a frase; a parte avaliativa ficou sem marcador.
  • #48, Lula, fonte Planalto, LC 128/2008 (parcial). A frase resumia que "a criação das duas leis em seus governos está documentada". A página da lei sustenta isso (título "Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008" e assinatura de Luiz Inácio Lula da Silva), mas o trecho mostrado era um fragmento sobre a data de vigência, escolhido porque os acentos da página vêm corrompidos e o leitor evitou trechos com acento. Correção: trecho trocado pelo título e pela assinatura da lei, com acentos restaurados.
  • #49, Lula, fonte Aos Fatos (não sustenta). A frase dizia que "o IBGE confirma alta de 7,5% do PIB em 2010 […] e não a média dos mandatos", com três fontes. O Aos Fatos não traz o 7,5% (que está na fonte do IBGE e na do Sinduscon-PR); traz a média de 4,1% ao ano de 2003 a 2010, que era a razão de citá-lo. Correção: frase dividida em duas, cada uma com a fonte que a sustenta.

Lição aplicada ao restante: o risco está nas frases longas com vários marcadores. Ao conferir uma citação, leia a frase inteira e lembre que cada número pode sustentar só um pedaço dela; o trecho que aparece ao passar o mouse mostra qual.

Transparência

Independência

Este trabalho é independente. Não foi encomendado nem financiado por partidos, campanhas, candidatos ou veículos de imprensa, e o autor não tem vínculo com nenhuma das campanhas.

Uso de inteligência artificial

A transcrição, a pesquisa e a checagem de cada afirmação foram feitas com auxílio de agentes de inteligência artificial, em duas rodadas independentes, sob coordenação do autor. A seleção das afirmações, a classificação de acusações e a marca de relevância envolvem julgamento. Cada item traz as fontes para conferência.

Correções

Encontrou um erro? Use o formulário de correções, informando o número da afirmação, o que está errado e as fontes que sustentam a correção (links para dados oficiais, documentos ou reportagens). Pedidos sem fontes não podem ser avaliados. Correções aceitas são registradas aqui, com data.

Enviar uma correção ↗

  • 20/10/2026, auditoria manual: o autor conferiu à mão 20 pares frase–fonte sorteados (resultado): 17 sustentam, 2 parciais, 1 não sustenta; considerando a frase inteira, as 20 são sustentadas por ao menos uma fonte citada. Os três casos (#8, #48, #49) eram frases com várias fontes em que a fonte sorteada sustentava só parte da frase; as frases foram divididas e dois trechos trocados. Nenhum veredito mudou.
  • 20/10/2026, citações e fontes: cada frase factual das explicações passou a trazer o número da fonte, com o trecho literal visível ao passar o mouse. Fontes das quais não conseguimos extrair um trecho literal foram retiradas (30 de 880); nenhuma afirmação ficou com menos de três fontes. Ao confrontar explicações e trechos, corrigimos detalhes em 49 afirmações, por exemplo: #86 (a condenação de Eduardo Bolsonaro transitou em julgado em 8/10/2026, e a denúncia foi do MPF); #90 (déficit acumulado do governo Bolsonaro de 2,4% do PIB, não "mais de 10%"); #45 (projeto antifacção enviado em outubro de 2025, não novembro); #81 (sobrepreço de "mais de R$ 93 milhões"); #20 e #93 (removidos dados que nenhuma fonte citada traz). Onde as fontes divergem (#15, #49, #60, #91, #95), a explicação passou a mostrar os dois valores. Nenhum veredito mudou.
  • 20/10/2026, gravidade retirada: a página deixou de mostrar a "gravidade" de cada erro (nenhuma, baixa, média, alta). Esse grau é uma avaliação subjetiva, que varia conforme quem julga, e por isso não entra mais no que publicamos. Os vereditos e as fontes de cada afirmação não mudaram.
  • 20/10/2026, revisão da 2ª checagem: todas as afirmações foram revistas com pelo menos 1,5 vez mais fontes (de 498 para 880 no total). Mudou a escala: o que se apoia em fato não comprovado passou a "sem evidência ou evidência fraca", agrupado com falso e enganoso; o campo de confiança foi retirado; afirmações cujos fatos não sustentam a acusação ganharam a marca "irrelevante para a acusação". Vereditos que mudaram, entre outros: #22 e #64 (Flávio defendeu na CCJ do Senado, em 2022, o projeto que acaba com a marcação de munições: a negativa dele passou a enganosa e a acusação de Lula passou a procedente); #58 (os R$ 134 milhões foram negociados e R$ 61 a 64 milhões pagos ao fundo do filme: de enganoso para exagerado); #6 e #8 (sociedade de Roberta Luchsinger com o filho de Lula: sem prova documental, passou a sem evidência); #26 (Ortega e Maduro como "amigos" de Lula: parcialmente verdadeiro e irrelevante para a acusação).
  • 20/10/2026, antes da publicação: afirmações #61 e #89. Corrigida a situação do perdão às dívidas de MEIs, aprovado pela Câmara (14/10) e pelo Senado (15/10) e enviado à sanção.

Dados e vídeo

Baixe a tabela com as 95 afirmações, vereditos, explicações e fontes: .

Vídeo original: debate da Band, 18/10/2026, no canal Band Jornalismo. A transcrição usada é a legenda automática do vídeo.

Fontes

As 727 fontes citadas nesta checagem. Só entram fontes das quais conseguimos extrair um trecho literal que sustenta a explicação; cada afirmação lista as suas, e o trecho aparece ao passar o mouse sobre o número.

Ver as 727 fontes